quinta-feira, 29 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

THE LUNATIC DONALD TRUMP AND THE ENVIRONMENTAL BACKSPACE (O MALUCO DO DONALD TRAMP E O RETROCESSO AMBIENTAL)




Resultado de imagem para DONALD TRUMP CARICATURAAfter decades of meetings and discussion on the planet's environmental course, finally in 2015 at the Paris meeting, the two largest global polluters, the United States and China, and 195 countries signed a treaty with the commitment to reduce CO2 emissions  Aiming at reducing the risks of increasing the temperature of the planet. These discussions began in Stockholm, Sweden, in 1972, they advanced to Rio 92, Kyoto in 98, Rio +20 in 2012, and finally Paris. After all agreed and signed, the new American president, fulfills what he promised in his campaign: to get the United States out of the Paris agreement. The president of the world's greatest power, prepontent and arrogant, both in his posture and in his speech, fully believes that the world revolves around the United States and that his decision becomes law for all of us, dependence on this nation. The hope now lies in the positioning of state governors who can take an independent stance taken by Donald Trump. These agreements are extremely important considering that only the joint actions of the countries, especially the biggest polluters, will save the planet from a future climatic catastrophe. With each passing year a new record of temperature is beaten and the average melting of the polar caps increases, flooding several coastal regions. Trump claims that it allocates many resources to the global climate fund, but he forgets that his country is a major cause of this problem that affects not only the United States but the entire planet. But we have to look at the positive side of it all. It is possible for the world to wake up and realize that we can survive without this chronic dependence on the United States, that there is life beyond the sea. We can not allow ourselves to succumb to a  arrogant dictator who really owns the world by breaking treaties at his pleasure, thinking that everyone exploits his country, and that in practice we know that the opposite is true. It is easy to see that the president who paints and brushes his hair is not acting as a true president but playing as president, threatening everyone around him.





Após décadas de reuniões e discussão sobre os rumos ambientais do planeta, finalmente em 2015, no encontro de Paris, os dois maiores poluidores globais, Estados Unidos e China, e mais 195 países, assinaram um tratado com o comprometimento da redução da emissão de CO2 visando a redução dos riscos de aumento da temperatura do planeta. Estas discussões tiveram inicio em Estocolmo, na Suécia, em 1972, avançaram para a Rio 92, Kioto em 98, a Rio +20 em 2012 e finalmente, Paris. Após tudo acertado e assinado, o novo presidente americano, cumpre o que prometeu em sua campanha: tirar os Estados Unidos do acordo de Paris.  O presidente da maior potêncial mundial, prepotente e arrogante, tanto na postura quanto na sua forma de discursar, acredita totalmente que o mundo gira em torno dos Estados Unidos e que a sua decisão passa a ser lei para todos nós, reles mortais que criamos uma dependência econômica e comercial em relação a esta nação. A esperança agora está no posicionamento dos governadores de Estado que podem assumir uma postura independente da tomada pelo Donald Trump. Estes acordos são extremamente importantes considerando que apenas as ações conjuntas dos países, principalmente os maiores poluidores, salvarão o planeta de uma futura catastrofe climática. A cada ano que passa um novo recorde de temperatura é batido e o derretimento médio das calotas polares aumenta, inundando várias regiões litorâneas. Trump alega que destina muitos recursos para o fundo mundial do clima, mas esquece que o seu país é um dos principais causadores deste problema que afeta não apenas os Estados Unidos, mas todo o planeta. Mas, temos que analisar o lado positivo disto tudo. É possível que o mundo acorde e perceba que podemos sobreviver sem esta dependência crônica dos Estados Unidos, que existe vida além mar. Não podemos nos deixar sucumbir a um ditador louco, prepotente, arrogante e que realmente se acha dono do mundo rompendo tratados a seu bel prazer, achando que todos exploram o seu país e que, na prática sabemos que ocorre exatamente o contrário.  É fácil perceber que aquele presidente que pinta e faz escova no cabelo não está agindo como um verdadeiro presidente mas brincando de ser presidente, ameaçando a todos ao seu redor.

FALAMOS SOBRE OS FERTILIZANTES COMPOSTOS NESTE PROGRAMA DO ALTEROSA RURAL


segunda-feira, 20 de março de 2017

O SOFRIMENTO DE UMA GERAÇÃO (THE SUFFERING OF A GENERATION)

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Segundo o último documento da Unicef sobre mortalidade infantil no mundo, entre os anos de 1990 e 2015, houve uma redução nestes índices quando se avalia crianças abaixo de cinco anos de idade. Nas regiões desenvolvidas do planeta este índice caiu em 60% neste intervalo de 25 anos enquanto que nos países em desenvolvimento a queda foi de 53%. Mas, apesar desta queda na porcentagem, os valores de mortalidade nos países desenvolvidos são muito dicrepantes em relação aos países em desenvolvimento, onde incluimos o Brasil. Nos países desenvolvidos os valores de 2015 foram de cinco mortes para cada 1000 crianças nascidas vivas enquanto nos países em desenvolvimento, estes valores foram de 33 mortes para cada 100 crianças nascidas vivas. Mas, quando verificamos os resultados do Brasil neste período, realmente temos que nos orgulhar, em parte. O lado positivo é que conseguimos reduzir a mortalidade infantil no país em taxas muito maiores que o do grupo dos países em desenvolvimento, onde estamos incluidos. Entre 1990 e 2015 a redução da mortalidade infantil caiu em 74%. Em 1990 eram 61 crianças mortas até cinco anos de idade para cada grupo de nascidas vivas e em 2015 esta taxa caiu para 16. Apesar desta nossa grande evolução ficamos atrás de alguns países vizinhos como o Uruguai, a Argentina e o Chile.
Devemos avaliar vários aspectos destes números considerando que temos um país de dimensões continentais, muito maior que os demais vizinhos latinos e com uma população também muito maior com mais de 200 milhões de habitantes. Mas, uma grande parte destas mortes de crianças ocorre devido as questões básicas como falta de saneamento básico e sub nutrição.  Ainda temos esgotos a céu aberto em várias cidades do Brasil, famílias inteiras vivendo em lixões, que ainda persistem em várias cidades, sobrevivendo da coleta de materiais recicláveis em meio a todo tipo de sujeira e contaminação, isto quando não estão a procura de alimentos. Os nossos rios continuam como depósito de esgoto, pois a maioria das cidades não possue estação de tratamento de esgoto. Famílias inteiras desempregadas e sem qualquer fonte de renda, esquecidas por este país e que não tem condições de suprir o mínimo necessário para alimentar seus filhos, principalmente os menores e mais vulneráveis.
O país evoluiu nestas últimas décadas mas se não fosse a má gestão política dos recursos financeiros e o câncer da corrupção muitos milhões de vidas de crianças poderiam ter sido salvas e muitas outras que irão morrer por carência de infra estrutura e condição básica de alimentação e saúde por falta de recursos públicos desviados pelos ladrões de colarinho branco.

THE SUFFERING OF A GENERATION
According to the latest Unicef ​​document on child mortality in the world, between 1990 and 2015, there was a reduction in these indices when evaluating children under five years of age. In the developed regions of the planet this index fell by 60% in this 25 year interval while in the developing countries the fall was 53%. But despite this decline in the percentage, the mortality figures in developed countries are very dissimilar to developing countries, where we include Brazil. In developed countries the values ​​of 2015 were five deaths per 1000 live births while in developing countries, these figures were 33 deaths per 100 live births. But when we look at the results of Brazil in this period, we really have to be proud, in part. On the positive side, we have been able to reduce child mortality in the country at rates much higher than that of the group of developing countries where we are included. Between 1990 and 2015 the reduction in infant mortality fell by 74%. In 1990, 61 children died to five years of age for each group of live births, and in 2015 this rate fell to 16. Despite this great evolution, we are behind some neighboring countries such as Uruguay, Argentina and Chile.
We must evaluate several aspects of these numbers considering that we have a country of continental dimensions, much larger than the other Latin neighbors and with a much larger population with more than 200 million inhabitants. But, a large part of these deaths of children occurs due to the basic issues like lack of basic sanitation and sub nutrition. We still have open sewers in various cities in Brazil, entire families living in dumps, which still persist in several cities, surviving from the collection of recyclable materials in the midst of all kinds of dirt and contamination, this is when they are not looking for food. Our rivers continue to be sewage, since most cities do not have a sewage treatment plant. Whole families unemployed and without any source of income, forgotten by this country and unable to provide the minimum necessary to feed their children, especially the smallest and most vulnerable.

The country has evolved in these last decades but if it were not for the poor political management of the financial resources and the cancer of corruption many millions of children's lives could have been saved and many others that will die for lack of infrastructure and basic condition of food and health For lack of public resources diverted by white-collar thieves.

sábado, 21 de janeiro de 2017

O BRASIL E A FEBRE AMARELA (BRAZIL AND THE YELLOW FEVER)



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O Brasil  é um país tropical e os eventos acontecem muito rapidamente, as coisas boas e as coisas ruins, neste caso, as doenças. Dengue, Zika, Chikungunya e agora a Febre Amarela. Na região de Minas Gerais e Espírito Santo onde a febre amarela está causando pânico entre as pessoas, temos clima quente e úmido no verão e quente e seco no inverno a ponto de ser considerada área de risco. Por conta disto as crianças devem ser vacinadas obrigatoriamente no primeiro ano e aos dez anos. Este vírus circula pelas matas através dos animais, principalmente os macacos e transmitido pelo mosquito Hoemagogus.  Mas alguma coisa aconteceu tornando o vírus mais agressivo matando muitos macacos e por conta do mosquito, matando também pessoas.  Não termos resposta para nada ainda, mas temos que saber porque tantos macacos estão morrendo, porque os mosquitos saíram das matas e avançaram para a zona rural e porque o vírus está muito agressivo.  A única certeza que temos é receber a vacina o mais rapidamente possível, incluindo o reforço, afinal ainda estamos totalmente sem resposta.
Alexandre Sylvio Vieira da Costa

BRAZIL AND THE YELLOW FEVER
Brazil is a tropical country and events happen very quickly, good things and bad things, in this case, diseases. Dengue, Zika, Chikungunya and now the Yellow Fever. In the region of Minas Gerais and Espírito Santo where yellow fever is causing panic among people, we have hot and humid weather in the summer and hot and dry in winter to the point of being considered an area of ​​risk. Because of this the children must be vaccinated compulsorily in the first year and at the age of ten. This virus circulates through the forests through the animals, mainly the monkeys and transmitted by the mosquito Hoemagogus. But something happened that the virus became more aggressive killing many monkeys and the mosquito, killing people as well. We have no answer for anything yet, but we have to know why so many monkeys are dying, because the mosquitoes have come out of the woods and advanced to the countryside and because the virus is very aggressive. The only certainty we have is to get the vaccine as soon as possible, including the booster, after all we are still totally unresponsive.

Alexandre Sylvio Vieira ad Costa